7 de abr de 2010

Nina e o Ar


Ser conhecer
Virou
Transformar o estar
Nina, quis amar
O céu e Elizeu
Por gostar,
Sonha ao acordar

Entre a forma dos passos
Redondos modos de voltar
Ruas calçam seus pés
Elizeu, água e ar

Claros braços de alguém
Se estende em si
Branca tez
Se desfez
Para nos iludir

Contrariando o sonolento andar
Preza na alma a variação
Dos amores que lhe prende e faz repousar

O sonhar de Nina se faz querer
Contempla o embalar das cortinas escuras
Flores de uma candura que carrega o seu ninar.




Por Guilherme Cruz


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3 comentários:

Katrina disse...

Há uma nina comigo

Tania disse...

Que bom isso aqui! Um trio afinado, voltarei e seguirei...

Abraços

Fani disse...

Nina é uma ambiciosa do amor.

Que
doce [de]
Gui